26 de nov de 2014

Dicas sobre FILTROS SOLARES


Durante o verão a radiação solar incide com mais intensidade sobre a terra, aumentando os riscos de queimaduras, câncer de pele e outros problemas.

Fique atento e siga as dicas:

• No verão o uso de filtro solar deve ser intensificado, devendo ser aplicado diariamente. Aplique o protetor 30 minutos antes da exposição solar e reaplique-o a cada duas horas. Se houver transpiração excessiva ou entrar na água, o tempo diminui. Aplique o protetor de maneira uniforme em todo o corpo, incluindo mãos, pés, orelhas e nuca;

• Evite a exposição solar entre as 10h e 16h;

• Utilize óculos de sol;

• Além de filtro solar, é importante usar chapéu e roupas de algodão (que retêm cerca de 90% da radiação UV) ou com proteção no tecido, nas atividades ao ar livre;

• Hidrate-se, aumente a ingestão de líquidos e abuse da água e suco de frutas. Aplique um hidratante, que ajuda a manter a quantidade de água na pele entre 10% e 30%;

• No banho, a temperatura da água deve ser fria ou morna, para evitar o ressecamento;

• Alguns alimentos podem ajudar nos danos causados pelo sol à pele, como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba , pois contem carotenóides, substância que se deposita na pele e retém as radiações ultra violetas. Cuide-se!!!!


Fonte: nossa parceira Fármaco Ativo

29 de out de 2014

FISIOTERAPIA DERMATOFUNCIONAL - CRIOLIPÓLISE

A Vie está sempre em busca dos melhores e seguros tratamentos para você.

Surpreenda-se com os resultados da Criolipólise. 

É altamente eficaz no combate a gordura localizada sendo uma técnica não-invasiva que atua por meio do resfriamento da gordura corporal e destruição dos adipócitos.


Para mais informações agende uma avaliação pelo fone 51-3588-8830




23 de jul de 2014

A FRATURA QUE TIROU NEYMAR DA COPA!

FRATURA DE PROCESSO TRANSVERSO

A coluna vertebral é formada por 24 ossos móveis e mais 9 ossos fundidos que formam o sacro e o cóccix. As vértebras estão empilhadas umas sobre as outras formando a coluna vertebral. Na região mais superior, em região do pescoço ela é chamada de cervical, na parte mais medial do tronco chamada de torácica e logo a baixo é chamada de lombar. Formando assim o principal "suporte" do corpo humano.


VÉRTEBRA:
Na parte anterior encontramos um bloco de osso chamado corpo vertebral. Na parte posterior temos um anel ósseo, que forma um canal por onde passa a medula espinhal. Este anel se liga ao corpo por dois ossos chamados de pedículos. Estes pedículos se continuam como as lâminas, que ligam na parte posterior da coluna. Dás lâminas se projeta para trás o processo espinhoso, que é a saliência óssea que sentimos nas costas. Também temos projeções ósseas laterais conhecidas como processos transversos.

A fratura isolada do processo transverso tem sido mencionada como lesão de menor gravidade, geralmente sendo causada por trauma direto, uma pancada durante a prática de alguma atividade física por exemplo, forças de flexão-extensão laterais violentas ou avulsão do músculo psoas.






No entanto, as grandes forças necessárias para causá-las também podem gerar outras sequelas, como lesão abdominal, torácica, geniturinária, crânio e medula espinhal.
Exames complementares possibilitam a observação e a delimitação dos tecidos moles e de suas lesões, principalmente ligamentos, discos intervertebral e medula espinhal. 

Os principais objetivos do tratamento a curto prazo é a restauração da anatomia e das condições fisiológicas do segmento vertebral lesado, restabelecimento da função máxima do paciente e da estabilidade do segmento vertebral lesado. A longo prazo minimizar a dor residual e prevenir incapacidades futuras. Muito importante para que isso tudo ocorra é dar início ao tratamento médico e fisioterapêutico o mais precocemente possível, favorecendo o melhor e mais rápido retorno às atividades diárias, seja o paciente atleta ou não.

Referências Bibliográficas

RIOS, Gleyson; MARTINS, Roberto; ZANON-COLANGE, Nelsi; SANTOS, Marco; SOUZA, Rafael; MORAES, Osmar. Classificação das fraturas tóraco-lombar baseadas em investigação por imagem. ArqNeuropsiquiatr 2006;64(3-B):824-828
PEREIRA, Carlos Umberto; SILVA, Eldon Bezerra; SANTOS, Liane Patrícia Andrade. Fratura do processo transverso da vértebra lombar: valos diagnóstico. ArqBrasNeurocir 31(3): 160-2, 2012.


Texto: Gabriel Almada
Revisão: Leonardo Leal

15 de jul de 2014



Luz Intensa Pulsada no Rejuvenescimento Facial




O envelhecimento da pele pode ocorrer por dois principais fatores: intrínseco (biológico, genético ou cronológico) ou extrínseco (comportamental, ambiental ou fotoenvelhecimento).
No envelhecimento intrínseco e extrínseco ocorrem alterações histológicas e fisiológicas como por exemplo, a perda de elasticidade e flacidez da pele. 
Atualmente existem várias opções de técnicas terapêuticas para combater o envelhecimento ou até mesmo para prevenir. 
A Luz Intensa Pulsada (LIP) é uma das opções utilizadas para quem busca esse tipo de tratamento, pois é um tratamento eficaz, rápido, indolor e com raras complicações, mas necessita de um profissional capacitado em aplicar a técnica para que não ocorra nenhuma complicação.

Esse sistema interage com um cromóforo (é a parte ou conjunto de átomos de uma molécula responsável por sua cor) alvo na epiderme e/ou derme que apresenta diferentes coeficientes de absorção da luz, produzindo fototermólise seletiva. Além disso, o tratamento causa também reação tecidual cicatricial inespecífica cutânea em razão do aquecimento, estimulando o aumento da produção de colágeno.
A LIP é muito efetiva por ser multifuncional, eliminando diversas alterações de envelhecimento da pele como rugas superficiais, alterações pigmentares e eritema cutâneo.
Os resultados clínicos finais são satisfatórios por um longo período, desde que o paciente adquira bons hábitos de cuidados com a pele, sendo fundamental a proteção aos raios solares.



Criação: Bibiana K.
Edição: Manoela Heinrichs

11 de jul de 2014

Fascite Plantar

A fáscia plantar é uma faixa de tecido denso na sola do pé e é responsável por formar o arco plantar, assim como absorver o impacto do pé com o solo. Esforços repetitivos com impacto, encurtamento de musculatura posterior da perna e pisada inadequada são algumas das causas para inflamação. Por meio de microtraumatismos de repetição com origem no calcâneo, ocorre inflamação, resultando em fibrose e degeneração da fáscia. Normalmente atinge mulheres, com sobrepeso e na fase de climatério. Já em homens, acomete esportistas, principalmente os que praticam corrida. Indivíduos que tem pé plano ou cavo são mais suscetíveis à fascite plantar.



 Os principais sintomas são: dor, principalmente nas primeiras pisadas; pé equino no repouso, causando encurtamento da fáscia; marcha antálgica (caminhada evitando pisada dolorosa) sobre lateral do pé ou na ponta do pé. Na avaliação (por profissional qualificado) observa-se dor na palpação da face plantar do pé, e reprodução dos sintomas na dorsiflexão dos dedos (puxar os dedos para cima). Exames que podem comprovar o diagnóstico são a ultra-sonografica e a ressonância magnética. A baropodometria pode auxiliar na correção postura, da pisada e na prescrição de palmilhas. O diagnóstico diferencial conta com síndrome do túnel do tarso, fraturas por estresse do calcâneo, neurites compressivas e patologia do coxim adiposo.




Para evitar problemas de fascite, deve-se utilizar calçados adequados, fortalecer e alongar musculatura da região, além de manter o peso adequado.
O tratamento para fascite consta de fisioterapia, utilização de palmilhas ortopédicas, utilização de sapatos com salto entre 2 à 5cm de altura e uso de medicamentos, visando diminuir a tensão sobre a fáscia plantar. Na fisioterapia se trabalha mobilizações articulares, manobras miofasciais, treinamento proprioceptivo e medidas analgésicas. Podem ser utilizadas bandagens funcionais e gelo.

Texto: Bruna Rossi
Edição: Leonardo Fratti Neves

HEBERT, Sizínio K. Ortopedia exames e diagnóstico: consulta rápida. Porto Alegre ArtMed 2011
HEBERT, Sizínio K. ORTOPEDIA e traumatologia principios e prática. 4. Porto Alegre ArtMed 2011
MCRAE, Ronald. Exame Clínico Ortopédico. Elsevier Brasil, 2011.

IMAGENS: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/guia/o-que-e-fasceite-plantar-e-uma-lesao-que-causa-dor-e-rigidez-na-sola-do-pe.html

12 de jun de 2014

Depilação
O método de remoção dos pelos pode ser realizado em diversos equipamentos e a técnica utilizada envolve o laser de diodo ou a luz intensa pulsada (LIP).

A depilação tem como objetivo eliminar os pelos indesejáveis. Nos últimos anos, esta técnica está sendo cada vez mais procurada em função da sua alta eficiência, duração prolongada e poucos efeitos colaterais. 
O laser de diodo e a luz intensa pulsada apresentam diferenças no comprimento de onda emitido durante o tratamento, sendo esse fator responsável pelo sucesso do tratamento. A luz intensa pulsada trabalha tem comprimentos de onda muito amplos e não muitos específicos para a depilação, já o laser de diodo apresenta uma excelente eficácia para todos os tipos de pelo, até os mais finos e pode ser usado inclusive em peles morenas e negras.

A depilação pode ser realizada em diversas partes do corpo e rosto. A freqüência do tratamento é mensal e a duração e custo do procedimento dependerão da área tratada.
Conforme a resolução COFFITO 80/87, o profissional fisioterapeuta esta apto a realizar recursos terapêuticos como a termoterapia e a fototerapia, em que o tratamento com o laser está enquadrado.


A Vie está realizando esse procedimento mensalmente e está obtendo um resultado excelente. Ligue e agende o seu horário.

Criação: Jéssica Saraiva
Edição: Manoela Heinrichs

Referências
NAVES, Ana Paula Caixeta; ASSUNÇÃO, Flávia Fernanda de Oliveira. Epilação Progressiva usando Laser Diodo e Luz intensa pulsada: Uma revisão da Literatura atual. Rev. Inspirar-movimento e saúde. v. 2, n. 2, mar/abri. 2010. 
KAMINSKY, Sílvia Karina. Aparelhos de laser e equipamentos correlatos. Edição Especial Dermatologia, EBM Grupo Editorial Moreira Jr, São Paulo, v. 66, p. 20-32, 2009
SOUZA, Fernanda Homem de Mello de; RIBEIRO,Camila Ferrari; WEIGERT, Silvelise; SCHMIDT, Juliano Villaverde; FABRICIO, Lincoln Zambaldi; ATAÍDE, Deborah Skusa de Torre.Estudo comparativo de uso de Laser de diodo (810nm) versus luz intensa pulsada (filtro 695nm) em epilação axilar. Surgical & Cosmetic Dermatology, vol.2(3), p.185, 2010.
PATRIOTA, Régia Celli Ribeiro. Laser um aliado na dermatologia. Rev Med, São Paulo. abr.-jun.; 86(2):64-70, 2007.
Crefito8: Conselho Regional de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional da 8 Região- Paraná.


28 de mai de 2014

Hálux Valgo - Joanete

     O hálux valgo é um desvio interno acentuado do dedão do pé que costuma estar acompanhado de uma bursite na face externa da cabeça do 1º metatarso, popularmente conhecida como joanete. De maneira geral, ele ocorre bilateralmente e é mais comum em mulheres na adolescência e na meia idade.
     Essa patologia pode ser causada por fatores hereditários, ósseos (má-formação) ou mecânicos, que basicamente se devem ao uso de calçados estreitos e pontiagudos que obrigam os dedos a se agruparem uns sobre os outros.


     A dor estará localizada na planta do pé e na face interna do 1º metatarso. Se houver inflamação, haverá calor e vermelhidão na região do joanete o que, consequentemente, alterará a marcha. O sujeito poderá apresentar deformidades como dedos em garra ou em martelo, além de calosidades na planta do pé, no dorso dos dedos e entre os dedos.

     O tratamento pode ser feito de forma conservadora ou cirúrgica. No conservador, o sujeito terá que usar calçados e palminhas apropriados, assim como próteses de silicone entre ou sobre os dedos, caso houver zonas de compressão ou fricção. No cirúrgico, o médico decidirá qual a melhor técnica, dependendo da deformidade, idade e estado geral do paciente.

     A fisioterapia deverá ser realizada em ambos os casos, objetivando diminuir a dor e a inflamação, além de fortalecer a musculatura deficiente do pé. Para isso, serão utilizados recursos como termoterapia, eletroterapia, mobilizações ativas e resistidas, bandagens e treino de marcha e equilíbrio. Pode ser indicado o uso de palmilhas corretivas e outros tipos de órteses.

Referências:

APLEY, A. Graham; SOLOMON, Louis. Ortopedia e fraturas em medicina e reabilitação. Atheneu: São Paulo, 2002.
GABRIEL, María Rosa Serra; PETIT, Josefina Díaz; CARRIL, María Luisa de Sande. Fisioterapia em traumatologia, ortopedia e reumatologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.

Texto: Jéssica Rech
Edição e Correção: Leonardo Fratti Neves

27 de mai de 2014

BANDAGENS TERAPÊUTICAS

Atualmente o mercado disponibiliza diversos tipos de bandagens terapêuticas, mas a efetividade das mesmas dependem de fatores como a aplicação com base nos seus princípios básicos, no material a ser utilizado, na técnica de aplicação e nos objetivos específicos.

Dentre as bandagens terapêuticas existentes no Brasil temos a McConnell que é uma bandagem rígida, criada pelo Fisioterapeuta Jenny McConell em 1986 e a Kinesio Taping que é a bandagem elástica criada pelo Fisioterapeuta e quiroprata Kenzo Kase em 1973.
A bandagem rígida de McConell atua na recuperação biomecânica e proprioceptiva das articulações, é muito rígida e pode permanecer nos pacientes por até 36 horas. A bandagem elástica de Kenzo Kase a Kinesio Taping é diferenciada no mercado porque possui características como adesivo hipôalergico, é a prova d’água, sensível ao calor e não contém nenhuma substância medicamentosa.
A aplicação é realizada de forma a favorecer a tensão ou alongamento dos tecidos, podendo ser aplicada com diversos cortes como em Y,I X, e garfo, podendo ser utilizada pelo fisioterapeuta como um recurso analgésico atuando na teoria da comporta da dor, na musculatura enfraquecida e hipotônica melhorando a contração, os espasmos e as contraturas musculares, também pode ser utilizada em músculos hipertônicos relaxando e diminuindo a excitabilidade desses músculos.
Na aplicação para a drenagem linfática à tensão é aplicada na direção dos linfonodos proximais com uma tensão de 10 a 15%, o efeito ocorre pelas trocas de tensão geradas pelo movimento fazendo a abertura e fechamento dos vasos linfáticos e sanguíneos.

Na função articular a bandagem busca o alinhamento articular. Com a normalização da biomecânica ocorre o aumento da amplitude de movimento, diminuição de dor articular e melhora da propriocepção local.              
 E contra indicado a aplicação em regiões malignas ativas, sobre celulites, infecções ativas de pele, feridas abertas, trombose venosa profunda, alta sensibilidade a óxido de zinco e látex.

Criação: Gueila C
Edição: Manoela Heinrichs

REFERENCIAS


KASE, Kenzo; LEMOS, Thiago Vilela e DIAS, Elton Matias. Kinesio Taping: introdução ao método e aplicações musculares. Editora Andreoli, 2º ed, São Paulo, 2013. 

Doença Cardíaca Coronariana e a Fisioterapia

               O principal acometimento nas doenças cardíacas coronarianas é gerado pelo desequilíbrio na oferta de oxigênio para o músculo cardíaco. Este desequilíbrio é resultado de um estreitamento arterial provocado por uma lesão crônica na parede da artéria. Esta lesão desenvolve-se como um processo inflamatório e se rompe ocasionando a obstrução e liberação principalmente de plaquetas (sangue coagulado) e lipídeos (placas de tecido adiposo), além de outras células brancas responsáveis pelo combate de lesões inflamatórias.
                A hipótese que explica a existência do processo inflamatório diz respeito a lesão previamente instalada na parede arterial, estimulando o processo de reparo tecidual. As causas da lesão não são bem compreendidas, mas foram identificados fatores de risco associados a formação da lesão aterosclerótica. Estes fatores de risco foram identificados como tabagismo, colesterol alto, hipertensão, diabetes, estresse, obesidade, sedentarismo e histórico familiar.

  






Manifestações:
                Os pacientes podem apresentar a oclusão da artéria e não terem sintomas, pois para que haja a manifestação dos mesmos é preciso que 70% da artéria esteja obstruída. Portanto, existem muitos indivíduos que desenvolvem a lesão, mas não sentem os sintomas, o que classifica as DCC como alto risco. Os sintomas mais frequentes são isquemias, infartos ou arritmias, mas estima-se que 25% dos pacientes que experimentam os sintomas apresentam morte súbita.

Tratamento:
                Existem vários tipos de tratamento relacionados que serão brevemente citados. O primeiro deles é o procedimento cirúrgico onde é feito um cateterismo com o objetivo de desobstruir o vaso e permitir com que o sangue chegue ao tecido alvo. Feito o cateterismo, os pacientes são candidatos a diversos tipos de revascularização. Neste procedimento se escolhe um vaso doador que geralmente é a veia safena ou a artéria radial, que ira substituir o vaso lesado ou danificado. Outro tipo de tratamento é o farmacológico, envolvendo uma serie de medicamentos responsáveis por estabelecer o equilíbrio entre a oferta e demanda de oxigênio, chamados de beta-bloqueadores, responsáveis pelo controle da frequência cardíaca; e os bloqueadores dos canais de cálcio, reduzindo a pressão arterial, consequentemente reduzindo o trabalho cardíaco.


         Fisioterapia:
           O tratamento fisioterapêutico é essencial e de extrema importância para estes pacientes, tendo por objetivo reduzir os fatores de risco que levaram ao incidente e devolver ao paciente o condicionamento muscular cardíaco e periférico, recuperando a sua função física após os procedimentos cirúrgicos ou ajudando a evitá-los.  Algumas metas devem ser atingidas com o tratamento, são elas: aumento da capacidade aeróbia, melhora na realização e execução de tarefas físicas ligadas ao dia-dia, aumento de força, potência e resistência, diminuir o risco de recorrência, aquisição de comportamentos que envolvam hábitos saudáveis de vida (neste ponto destaca-se a importância de uma equipe multidisciplinar atuando no tratamento do paciente).
             Abaixo, alguns fatores de risco e a sua contribuição para o risco de doença cardiovascular.
Texto: Gregório Nunes Weinmann
Edição e Correção: Leonardo Fratti Neves

26 de mai de 2014

Lesões por esforços repetitivos e distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho
As alterações osteomusculares relacionados ao trabalho e aos movimentos repetitivos estão cada vez mais comuns entre os indivíduos. Entre os problemas causados, destacam-se as lesões por esforços repetitivos (LER) e os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT). As LER/DORT são caracterizadas pela incapacidade temporária ou permanente da realização de alguns movimentos, resultante da combinação de sobrecarga do sistema osteomuscular. A presença de dores e limitações dificulta a prática exigida no trabalho e a incapacidade funcional é correspondente à dificuldade de manter as habilidades físicas.

Esses distúrbios podem comprometer os trabalhadores em suas atividades, interferindo na sua produtividade e experiência profissional. A maior incidência ocorre na faixa etária de trinta a quarenta anos, sendo as mulheres as mais atingidas. Essas doenças tornaram-se mais comuns nos últimos anos, sendo que, desde a década de 80, passaram a ser a causa mais frequente de afastamento do trabalho no mundo. Consequência de uma origem ocupacional, elas podem ser causadas, pelo uso repetitivo e forçado de grupos musculares e por posturas inadequadas.
A LER ou DORT afetam músculos, tendões, nervos e articulações de membros superiores e inferiores, podendo envolver dor, formigamento, sensação de peso e fadiga. Em relação às entidades neuro-ortopédicas mais frequentes, as lesões por esforços repetitivos podem ser classificadas em: tendinites, tenossinovites, epicondilites, bursites, cervicobraquialgia, lombalgias, doença de Quervain e diversas outras síndromes.
Apesar dos programas de tratamentos e reabilitação de pacientes com LER/DORT indicarem uma abordagem multidisciplinar, a fisioterapia é muitas vezes o primeiro e único procedimento terapêutico acessível e pode ser uma etapa de longa duração no tratamento desses trabalhadores. A utilização de recursos físicos é importante para o controle da dor dos pacientes com LER/DORT. Os recursos analgésicos como a eletroterapia e a terapia manual devem ser associados à cinesioterapia para proporcionar a redução do edema e da inflamação, a melhora das condições circulatórias, o relaxamento da musculatura, a amenização da dor e uma potencialização da capacidade funcional destes pacientes.

O ponto fundamental seria a prevenção e para isso se faz necessário que o individuo realize uma atividade física regular para que possa fortalecer e alongar a musculatura em geral. O Método Pilates com o acompanhamento de um fisioterapeuta seria uma ótima indicação para a prevenção dessas alterações. 

Criação: Gabriel Almada.
Edição: Manoela Heinrichs

Referências:

CHIAVEGATO, Luiz Gonzaga; PEREIRA, Alfredo. LER/DORT: multifatorialidade etiológica e modelos explicativos. Interface - Comunic., Saúde, Educ., v.8, n.14, p.149-62, set.2003-fev.2004.

CIARLINI, Isabel de Alencar; MONTEIRO, Paula Pessoa; BRAGA, Raysa Oliveira Mitre; MOURA, Denise Silva. Lesões por esforços repetitivos em fisioterapeutas. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, vol. 18, núm. 1, 2005, pp. 11-16, Universidade de Fortaleza-Brasil.

PESSOA, Juliana da Costa Santos; CARDIA, Maria Claudia Gatto; SANTOS, Maria Luiza da Costa. Análise das limitações, estratégias e perspectivas dos trabalhadores com LER/DORT, participantes do grupo PROFIT–LER: um estudo de caso. Ciência & Saúde Coletiva, 15(3):821-830, 2010.

PICOLOTO, Daiana; SILVEIRA, Elaine. Prevalência de sintomas osteomusculares e fatores associados em trabalhadores de uma indústria metalúrgica de Canoas – RS. Ciência & Saúde Coletiva, 13(2):507-516, 2008.



ROSA, Aparecida de Faria Gil; GARCIA, Priscila Almeida; VEDOATO, Taisa; CAMPOS, Rosângela Galindo; LOPES, Maria Lucia da Silva. Incidência de LER/DORT em trabalhadores de enfermagem. Maringá, v. 30, n. 1, p. 19-25, 2008.

28 de abr de 2014

Radiofrequência

A pele, barreira de proteção do nosso corpo com o meio externo, é formada por 3 camadas: a derme, epiderme e hipoderme. A derme é responsável pela firmeza da pele e é formada por fibroblastos (fibras de colágeno e de elastina). O colágeno garante a resistência e a estrutura de diversos tecidos e órgãos do corpo. Já a elastina é uma proteína fibrosa que confere elasticidade à pele. Com o envelhecimento há diminuição dessas fibras, surgindo rugas e flacidez.
            A Radiofrequência (RF) é uma técnica não invasiva, indolor e é utilizada no tratamento estético visando a melhora do aspecto da pele. Consiste na emissão de ondas de rádio que aquece a derme, gerando vasodilatação, aumentando o fluxo de nutrientes e oxigênio para os tecidos, eliminando toxinas, acelerando o metabolismo e queima de gorduras, além de estimular a produção de colágeno e elastina.


            A RF é indicada no tratamento de flacidez cutânea, rugas e linhas de expressão, sequelas de acne, fibroses pós-cirúrgicas, estrias, celulite e melhora do contorno corporal. Não é indicada quando o uso de calor pode ser prejudicial e em casos de câncer ou metástase, uso de marca-passo cardíaco, trombose venosa e em casos de infecção ou inflamação aguda. Evita-se também o uso da RF em gestantes, quando há perda de sensibilidade local e sobre próteses metálicas e de silicone.
            A Radiofrequência trabalha em temperaturas entre 38ºC e 40ºC para estimular a produção de fibroblastos. O tempo entre uma sessão e outra varia entre 15 e 20 dias. Os resultados podem ser observados já na primeira sessão, mas recomenda-se, no mínimo, 5 sessões no tratamento facial e de 8 a 10 sessões na região corporal para resultados a longo prazo.
Na VIE Clínica de Fisioterapia as sessões de radiofrequência podem ser combinadas com outros tratamentos, atendendo à necessidade de cada pessoa.  Entre em contato e marque sua avaliação. 51 3588.8830    vie@viefisioterapia.com.br

Texto por: Bruna S. Rossi
Revisão e edição: Leonardo Fratti Neves


REFERÊNCIAS

BEASLEY, Karen L.; WEISS, Robert A. Radiofrequency in Cosmetic Dermatology. Dermatologic clinics, v. 32, n. 1, p. 79-90, 2014.

NERY, Raíra Dornelles; DE SOUZA, Silvana Correa; PIAZZA, Fátima Cecilia Poleto. ESTUDO COMPARATIVO DA TÉCNICA DE RADIOFREQUÊNCIA EM DISFUNÇÕES ESTETICAS FACIAIS. Revista Interdisciplinar de Estudos em Saúde, v. 2, n. 2, p. 120-138, 2013.

POSSAMAI, Camila Goulart. Radiofrequência em mulheres sobre o contorno do ângulo cérvico facial. 2013.

17 de mar de 2014

Fisioterapia Dermato-funcional

   A fisioterapia possui um amplo campo de atuação, podendo abranger a ortopedia, cardiologia, neurologia, pediatria, pneumologia e estética.

   Nos últimos anos a denominação de fisioterapia estética foi substituída por fisioterapia dermato – funcional, pois além das questões estéticas, a fisioterapia aborda a funcionalidade dos tecidos e do corpo.


   Como o próprio nome já diz, a fisioterapia dermato – funcional atua nas disfunções de ordem estética, na melhora da função e da aparência de cada indivíduo, promovendo bem estar e qualidade de vida.

   A fisioterapia dermato – funcional vem sendo reconhecida cada vez mais pela população, tanto no meio feminino quanto no meio masculino. As disfunções mais conhecidas nos tratamentosdermato-funcionais são as famosas celulites, as temidas estrias e as indesejadas gorduras localizadas. Além disso, a fisioterapia preocupa-se com questões que envolvem recuperações de cicatrizes e queimaduras, amenizando o aspecto destas lesões.

  Para cada disfunção podem ser utilizados tanto aparelhos (ultrassom/ radiofrequência/ corrente russa/ entre outros) quanto o trabalho manual do fisioterapeuta. Todo e qualquer tratamento estético deve ser feito por um profissional especializado na área, pois somente um fisioterapeuta capacitado possui conhecimento da anatomia e fisiologia humana, técnicas e aparelhos utilizados para cada tipo especifico de disfunção.


   Procure uma clínica credenciada e com ótimos profissionais para obter o melhor resultado. A Vie Clínica de Fisioterapia disponibiliza tratamentos com Radiofrequência, Ultra-som de alta potência, eletrolipólise, corrente Aussie, Peelings, limpezas de pele e terapias manuais diversas. Entre em contato para agendar a sua avaliação.
 



51 3588.8830      vie@viefisioterapia.com.br     www.viefisioterapia.com.br 

Texto: Bibiana Koboldt
Revisão e edição: Leonardo Fratti Neves